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ATELIÊ TERREIRO

Portfólio

Obras

Lagoa de Nanã (2023 – 2025 )

Performance sonora e instalação | 23 min | 300 x 300 x 30cm A artista constrói uma “lagoa” com objetos, elementos, Orikis, Itans e Pontos da deidade africana Nanã Buruquê. Lagoa de Nanã é uma obra sonora, a instalação é construída por via da performance. A obra inicia com o som de uma leve chuva caindo sobre uma lagoa. É quando a artista se move com alguidares de diversos tamanhos para construir os círculos que formarão a instalação da lagoa. A água é o grande elemento que sustenta a ação, seguida pelo barro e pelas ametistas que são depositados dentro dos recipientes cerâmicos. Uma pequena porção de pigmento mineral é derramada pela artista em alguns alguidares, tingindo a lagoa de roxo-lilás; em seguida as porções de barro são masseradas pelas artista, tingindo outra parte da “lagoa” com a cor marrom. Ao centro da lagoa temos o cetro e ferramenta da Orixá – o ibiri – apoiado em um prato de cerâmica, o único que não tem água. Ao final, a artista segura o ibiri e apresenta um gesto de incorporação de Nanã para saldar a lagoa construída. A performance foi apresentada três vezes no Rio de Janeiro-RJ, CCJF-Centro Cultural da Justiça Federal, Centro Cultural Diversa e Ateliê Cidade Baixa. Fotografias da performance Bruna Prado.
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Luanda | “Lagoa de Nanã” | Performance e Instalação | 23 min e 300 x 300 x 30cm | Centro Cultural da Justiça Federal RJ | (FOTO: Bruna Prado )

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Luanda | “Lagoa de Nanã” | Performance | 23 min e 300 x 300 x 30cm | Centro Cultural da Justiça Federal RJ | (FOTO: Bruna Prado )

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Luanda | “Lagoa de Nanã” | Performance | 23 min e 300 x 300 x 30cm | Centro Cultural da Justiça Federal RJ | (FOTO: Bruna Prado )

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Luanda | “Lagoa de Nanã” | Performance | 23 min e 300 x 300 x 30cm | Centro Cultural da Justiça Federal RJ | (FOTO: Bruna Prado )

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Luanda | “Lagoa de Nanã” | Performance | 23 min e 300 x 300 x 30cm | Centro Cultural da Justiça Federal RJ | (FOTO: Bruna Prado )

vídeo performance Rosário de Barro (2025) da artista Luanda

Projetos

Grupo de Estudos do Ateliê Terreiro

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Grupo de Estudos do Ateliê Terreiro é uma das principais frentes de pesquisa e formação da plataforma. A primeira edição foi realizada entre 2019 e 2022, reunindo participantes de todo Brasil em processos de estudo, leitura, experimentação e criação coletiva. A segunda edição foi realizada entre 2025 e 2026 com encontros continuados, aprofundando investigações relacionadas às artes visuais, ancestralidade, decolonialidade, religiosidades afro-brasileiras, território e memória. Os grupos de estudos funcionam como espaços de produção compartilhada de conhecimento, nos quais pesquisa e prática artística se desenvolvem de maneira articulada.

Ateliê Terreiro Convida

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Ateliê Terreiro Convida foi um ciclo de encontros e debates realizado mensalmente em formato online durante 2020. A iniciativa ampliou o diálogo do Ateliê Terreiro com artistas, pesquisadoras e pesquisadores de diferentes territórios, criando um espaço de conversa sobre arte, pesquisa, processos de criação e os temas que atravessam a plataforma. O projeto integra a trajetória de ações formativas e de compartilhamento de conhecimento do Ateliê Terreiro, aproximando a pesquisa artística de diferentes públicos e interlocutores.

Video Gira

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Video Gira é uma mostra de videoarte e performance desenvolvida por Luanda no Ateliê Terreiro a partir de trabalhos que dialogam com os eixos conceituais da plataforma. A iniciativa reúne produções audiovisuais e diferentes perspectivas artísticas em torno de questões relacionadas à memória, ancestralidade, espiritualidade, território e práticas contemporâneas. Ao longo de sua trajetória, a Video Gira realizou diversas edições, constituindo um importante eixo de circulação e compartilhamento da produção audiovisual relacionada às pesquisas do Ateliê Terreiro. As edições integram o arquivo da plataforma e registram diferentes momentos de investigação, curadoria e encontro entre artistas e público.

Onjila

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A Mostra Onjila integra a trajetória das mostras anuais do Ateliê Terreiro e teve sua primeira edição registrada em 2023. A mostra reúne processos e produções artísticas desenvolvidos a partir dos eixos de pesquisa da plataforma, criando um espaço de exposição, encontro e circulação de diferentes perspectivas e linguagens. Em sua primeira edição, a curadoria foi realizada por Luanda e Alexandre Sá. A Mostra Onjila faz parte de uma linha de ações do Ateliê Terreiro que aproxima pesquisa, criação coletiva, exposição e território.

Bandeiras e Estandartes do Ateliê Terreiro

Ateliê Terreiro_Abertura da exposição_Bandeiras e Estandartes_fotoGabriellaMaria
Bandeiras e Estandartes do Ateliê Terreiro é uma exposição coletiva e cortejo desenvolvida em 2024 a partir de proposta apresentada pelo Ateliê Terreiro por meio de edital. A exposição reuniu artistas em torno da criação de bandeiras e estandartes, articulando produção artística, exposição e circulação pelo território. "Bandeiras e Estandartes" também envolveu um cortejo e uma ativação nas ruas da Pequena África, aproximando a produção desenvolvida no espaço do Ateliê da experiência urbana e da memória do território. Como parte da trajetória das mostras anuais da plataforma, o projeto evidencia uma das formas de atuação do Ateliê: reunir diferentes artistas em processos coletivos de criação e colocar a arte em relação direta com o território.

Exposições

Exposição Experimental — Caminhos

Ateliê Terreiro_Abertura da exposição_Bandeiras e Estandartes_fotoGabriellaMaria
Conteúdo temporário utilizado para testes da área de Exposições.

Publicações

Kalunga mu Kizua

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Tese de Doutorado: “Kalunga mu Kizua – O Mar em Tempo: arte contemporânea, ancestralidade afro-diaspórica e performatividade no Ateliê Terreiro.”(2021/UFRJ)

Vídeos

BANDEIRAS

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Vídeo oficial do evento "Bandeiras e Estandartes do Ateliê Terreiro" edição e imagens: Vanessa Ataliba SINOPSE: Bandeiras e estandartes do Ateliê Terreiro é um projeto idealizado pela artista Luanda. A partir do envio de Bandeiras e Estandartes, artistas irão realizar uma performance coletiva, em forma de CORTEJO pelas ruas da Pequena África e uma MOSTRA, na sede do Ateliê Terreiro. O evento é um manifesto dos artistas em apoio a resistência ancestral africana dos Terreiros junto a propostas contracoloniais.