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ATELIÊ TERREIRO
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Sobre

O Ateliê Terreiro é uma plataforma coletiva de artes visuais sediada no Rio de Janeiro, dedicada à criação, pesquisa, formação, difusão e reflexão em torno da arte contemporânea, em diálogo com saberes afro-brasileiros e ameríndios, ancestralidade, memória, território e perspectivas decoloniais.

Ateliê Terreiro

O Ateliê Terreiro é uma plataforma coletiva de artes visuais que reúne artistas visuais, curadoras e curadores, historiadoras e historiadores, pesquisadoras e pesquisadores, educadoras e educadores e colaboradoras e colaboradores em torno de processos de criação, pesquisa, formação e produção de conhecimento.

Sua atuação parte do diálogo entre arte contemporânea, perspectivas decoloniais, espiritualidade, memória, ancestralidade e território, valorizando saberes afro-brasileiros e ameríndios e reconhecendo diferentes formas de produção de conhecimento e experiência artística.

A plataforma desenvolve grupos de estudos, laboratórios de práticas artísticas, encontros, rodas de conversa, visitas guiadas, mostras, exposições, performances, intervenções urbanas, projetos curatoriais e ações audiovisuais.

Mais do que reunir atividades, o Ateliê Terreiro se constitui como espaço de encontro e investigação coletiva, onde processos artísticos e saberes diversos podem se cruzar, ser compartilhados e produzir novas formas de pensar e criar.

Origem e pensamento

O Ateliê Terreiro foi fundado em 2018 por Luanda Francisco a partir de uma pesquisa artística e intelectual atravessada pelas relações entre artes visuais, história, colonialidade, espiritualidade, ancestralidade e memória.

Desde sua formação, o Ateliê vem se constituindo como uma plataforma de pesquisa e criação coletiva, ampliando gradualmente seus encontros, grupos de estudos, ações formativas, exposições, performances e projetos de circulação.

Ao longo dessa trajetória, a prática individual de Luanda e a construção coletiva do Ateliê passaram a se atravessar de maneira cada vez mais intensa. A pesquisa artística encontra o grupo, o território encontra os processos de criação e diferentes artistas e pesquisadoras e pesquisadores passam a participar da construção de um campo comum de investigação.

A partir de 2022, o Ateliê passou a atuar no território da Pequena África, no bairro Saúde, no Rio de Janeiro, fortalecendo sua relação com um território marcado pela diáspora africana, pela resistência cultural e pela produção de saberes ancestrais.

“Criar também é uma forma de escutar o território, reconhecer suas memórias e abrir espaço para novas histórias.”
Luanda

Projetos coletivos

O Ateliê Terreiro desenvolve seus projetos a partir da pesquisa, da produção artística e da troca coletiva. Seus processos em artes atravessam diferentes formatos e linguagens contemporâneas, articulando investigação, formação, circulação e mediação. O ateliê realiza intervenções urbanas, projetos curatoriais, mostras individuais e coletivas e programas públicos.

  • NTU

    lab de estudos afro ameríndios e práticas artísticas decoloniais, grupos de estudos orientados pela artista visual Luanda

  • VIDEO GIRA

    mostra de videoarte, reúne trabalhos relacionados aos eixos de investigação da plataforma.

  • RODAS

    conversas sobre artes visuais e religiosidades afro-brasileiras, com participação de artistas de terreiro.

  • CONVIDA

    ciclo de encontros e debates no YouTube com artistas do grupo de estudos e artistas convidados.

  • Mostra Anual

    exposições que ocorrem uma vez por ano via Chamada Aberta para Artistas. Tiveram três edições Onjila (2023) / Bandeiras e Estandartes (2024) / 7 línguas (2025))

  • Visita Guiada agendada

    encontros mediados por Luanda para apresentação da plataforma coletiva, de sua prática artística e da instalação permanente Mesa de Griot.

Os projetos, mostras e registros que resultam dessas práticas podem ser conhecidos no Portfólio do Ateliê Terreiro.

Pequena África

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O Ateliê Terreiro está localizado na Rua Acre, no bairro da Saúde, região central do Rio de Janeiro, no início do território conhecido como Pequena África.

Estar nesse território significa fazer parte de uma paisagem marcada por encontros, deslocamentos e permanências. As ruas, os espaços de convivência e as camadas de sua história fazem da região um lugar onde passado e presente continuam em diálogo.

Para o Ateliê Terreiro, essa localização não é apenas geográfica. É um ponto de partida para pensar as relações entre arte, território e memória.

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A Pequena África concentra uma história profundamente atravessada pela presença negra, pela diáspora africana e por diferentes formas de resistência cultural.

Ao longo do tempo, esse território tornou-se espaço de construção e transmissão de saberes, práticas, linguagens e modos de existência. Suas memórias permanecem inscritas nas ruas, nos corpos, nas manifestações culturais e nas relações que continuam a se formar nesse espaço.

É nesse encontro entre memória, ancestralidade e vida contemporânea que o Ateliê Terreiro encontra parte das questões que atravessam sua pesquisa e sua produção artística.

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O território também atravessa a maneira como o Ateliê Terreiro pesquisa, cria e se relaciona com o público.

As práticas desenvolvidas pela plataforma procuram estabelecer relações vivas entre criação artística, memória e cidade, aproximando o espaço do Ateliê das ruas e das histórias que o cercam.

Mostras, intervenções urbanas, visitas guiadas, encontros e outras ações são formas de ativar essas relações, criando espaços de troca e reflexão em que diferentes tempos, experiências e saberes podem se encontrar.

CV | Trajetória e pesquisa

Campanha Antirracista do Ateliê Terreiro

Exposição online nas redes sociais Instagram e Facebook, curadoria de Luanda Francisco, participação do Grupo, mostra em repúdio ao genocídio negro e indígena durante a pandemia. (27 de junho à 12 de julho/2020)

Ateliê Terreiro Convida

Programa online via YouTube com um artista convidado e um artista do grupo de estudos. Primeiro programa: Joceval Santos e Carina Oliveira (agosto de 2020); segundo programa: Mejitó Cleber de Gbesén e Nathália Werneck (setembro de 2020); terceiro programa: Ricardo Basbaum e Lúcia Lombardi (outubro de 2020); quarto programa: Jorge Vasconcellos e Ana Paula Lopes (novembro de 2020); quinto programa: Ayrson Heráclito, Luisa Magaly e Luanda (abril de 2021); sexto programa: Jaider Esbell, Paula Berbert e Pako Jakutinga (maio de 2021).

Perforcâmbio: incorporação

Embaixada da Performance - EPA (SP) convida Ateliê Terreiro – AT (RJ). Evento online nas redes sociais do Instagram e YouTube. Curadoria geral: Maíra Vaz Valente; curadoria Ateliê Terreiro: Luanda Francisco. Artistas performers: Luanda Francisco, Mery Horta, Leandro Machado e Vinícius Costa. Conversa com os artistas. (Setembro/outubro de 2020)

EEI Arte na ArtRio

Participação do Ateliê Terreiro no EEI - Encontro dos Espaços Independentes de Arte do Rio de Janeiro na ArtRio - Feira Internacional de Arte do Rio de Janeiro. (Outubro de 2020)

21 DIAS de Ativismo contra o Racismo

Evento online, com participação dos integrantes do Grupo de Estudos do Ateliê Terreiro e apresentação do vídeo Campanha Antirracista. (2021)

Ocupação indígena

Ação online nas redes sociais Instagram, com curadoria de Luanda Francisco, participação do Grupo de Estudos e mostra de cultura indígena. (2021)

Ocupação afro-brasileira

Ação online nas redes sociais Instagram, com curadoria de Luanda Francisco, participação do Grupo de Estudos e mostra de cultura afro-brasileira. (2021)

Conversas com os artistas do Ateliê Terreiro

Lives no Instagram, com curadoria de Luanda. (Novembro de 2021)

Encontros Orixás e Arte

Programa online com artistas convidados, curadoria de Luanda, debate e participação do Grupo de Estudos. (2022)

Vídeo Gira 1ª, 2ª e 3ª edição

(2022)

Onjila & Vídeo Gira

Curadoria de Luanda e Alexandre Sá. (2023)

Vídeo Gira 4ª e 5ª edição | Performance

(2023)

Ateliê Aberto

Visita guiada por Luanda, em evento paralelo à ArtRio. (2023)

Vídeo Gira 6ª e 7ª edição

(2023)

Bandeiras e Estandartes do Ateliê Terreiro

Mostra e cortejo na Pequena África. (2024)

Chama – roda ressonante RS

Curadoria de Luanda, Raquel Stolf e Renata. Três encontros em plataforma online sobre a enchente no Rio Grande do Sul. (Junho – julho de 2024)

Vídeo Gira 8ª edição | Arte Sonora

(2024)

7 Línguas: lambe-lambe do Ateliê Terreiro para o Povo de Rua

Intervenção urbana na Pequena África. (2025)

Roda: artes visuais e religiosidade afro-brasileira | Xangô

Roda de conversa no Ateliê Terreiro com artistas de terreiro convidados. (2025)

Circuito Terreiro: exposição e debates no Ateliê Terreiro

Evento paralelo à ArtRio. Programas: 1) Pombagira e Feminilidade; 2) Pretos Velhos e Ancestralidade; 3) Erês e Criatividade. Participação de Luanda e do Grupo de Estudos do Ateliê Terreiro. (2025)

Rádio Ateliê Terreiro

Participação no programa Rádio Soma, no Soma Rumor IV - Encontro Latino-Americano de Arte Sonora, da UFF - Universidade Federal Fluminense, com Luanda e Raiana Moraes. Rio de Janeiro, 2025.

Visita ao Território Pequena África | Arte Barroca: Convento Santo Antônio e Museu Sacro São Francisco

Visita ao Convento Santo Antônio e Museu Sacro São Francisco, no Largo da Carioca, com participação de Luanda e do Grupo de Estudos. (2025)

Vídeo Gira 9ª edição | Cinema

Exibição do filme Praia Formosa e conversa com a diretora Julia de Simone com o Grupo de Estudos. (2025)

Arte Rita – feirão de múltiplos

Ateliê Cidade Baixa, com participação de Luanda e do Grupo de Estudos do Ateliê Terreiro. (2025)

Mesa Preparada para Ancestrais

Programas: 1) Pombagiras; 2) Caboclos; 3) Pretos Velhos; 4) Exus. Participação de Luanda e do Grupo de Estudos do Ateliê Terreiro. (2026)

Ateliê Terreiro, o que é?

Performance de Luanda no Manifesto – 3ª ação de “Re-projetando (Rio de Janeiro)”, de Ricardo Basbaum, no Largo do Piolho, São Cristóvão. (2026)

Vídeo Gira 10ª edição | Foto

Artistas convidados e Chamada Aberta. Curadoria de Luanda e Mariana Destro. (Setembro de 2026)